{"id":7937,"date":"2026-06-14T10:18:46","date_gmt":"2026-06-14T13:18:46","guid":{"rendered":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/?p=7937"},"modified":"2026-06-15T09:37:19","modified_gmt":"2026-06-15T12:37:19","slug":"12o-round-a-historia-de-emile-griffith","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/?p=7937","title":{"rendered":"12\u00ba Round: A Hist\u00f3ria de Emile Griffith"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center has-large-font-size wp-block-paragraph\"><strong>12\u00ba Round: A Hist\u00f3ria de Emile Griffith homenageia um dos maiores boxeadores da hist\u00f3ria em nova temporada no TUSP a partir de 21 de maio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-medium-font-size wp-block-paragraph\"><em>Com a dramaturgia de <\/em><strong><em>S\u00e9rgio Roveri <\/em><\/strong><em>e dire\u00e7\u00e3o de <\/em><strong><em>Bruno Louren\u00e7o,<\/em><\/strong><em> espet\u00e1culo conta a hist\u00f3ria desse lutador que enfrentou o preconceito ao assumir sua bissexualidade e evidencia como o racismo e a homofobia sempre estiveram presentes no meio esportivo<\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"600\" src=\"http:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/12-round-espetaculo-600x600.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-7938\" srcset=\"https:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/12-round-espetaculo-600x600.png 600w, https:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/12-round-espetaculo-300x300.png 300w, https:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/12-round-espetaculo-150x150.png 150w, https:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/12-round-espetaculo-768x768.png 768w, https:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/12-round-espetaculo-52x53.png 52w, https:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/12-round-espetaculo.png 1200w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cr\u00e9dito: Eduardo Filho<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Racismo e a homofobia no esporte s\u00e3o pautas levantadas por <strong><em>12\u00ba Round: A Hist\u00f3ria de Emile Gri\ufb03th<\/em><\/strong><strong>, <\/strong>com texto de <strong>S\u00e9rgio Roveri <\/strong>e dire\u00e7\u00e3o de <strong>Bruno Louren\u00e7o, <\/strong>que estreou em 2025 no Sesc Ipiranga. A pe\u00e7a agora ganha uma nova temporada no TUSP &#8211; Teatro da USP, de 21 de maio a 14 de junho, com sess\u00f5es de quinta a s\u00e1bado, \u00e0s 20h, e aos domingos, \u00e0s 19h. Em cena, est\u00e3o <strong>Alexandre Ammano, Fernando Vitor <\/strong>e <strong>Let\u00edcia Calvosa.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Apesar de ter feito uma brilhante carreira no boxe, o caribenho <strong>Emile Griffith<\/strong>, passou a enfrentar uma luta contra o preconceito dentro e fora dos ringues ao assumir sua bissexualidade. Tra\u00e7ando um voo panor\u00e2mico sobre temas como a viol\u00eancia no mundo do esporte, o racismo, a homofobia e as fronteiras da masculinidade negra, a pe\u00e7a tamb\u00e9m se prop\u00f5e a discutir como essas tens\u00f5es ainda ecoam at\u00e9 hoje na sociedade, abordando as contradi\u00e7\u00f5es, viol\u00eancias e resist\u00eancias vividas por corpos dissidentes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">A estreia do espet\u00e1culo contou com importantes personalidades do boxe brasileiro, como Servilho de Oliveira, primeiro brasileiro a conquistar uma medalha ol\u00edmpica no boxe; Danila Ramos, primeira brasileira negra campe\u00e3 mundial de boxe; Genival Guerra Gomes, \u00e1rbitro da Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Boxe; Marcela Souza, primeira \u00e1rbitra brasileira brasileira em uma olimp\u00edada; M\u00e1rcia Souza, Diretora de Arbitragem da Federa\u00e7\u00e3o Paulista de Boxe e Fernando Tucori, jornalista e autor da biografia de Adilson Maguila.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Cinco vezes campe\u00e3o mundial em tr\u00eas categorias de peso diferentes, Griffith foi o primeiro atleta com este perfil a assumir publicamente sua bissexualidade. Sua vida foi profundamente transformada ap\u00f3s vencer o combate com Kid Paret, que havia chamado Emile de \u2018bicha\u2019 v\u00e1rias vezes em p\u00fablico e, no embate, foi nocauteado e faleceu, numa luta televisionada para todos os EUA em 1962.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Negro e afro-caribenho, o lutador \u00e9 uma figura de dimens\u00f5es \u00e9picas, cuja trajet\u00f3ria nos permite discutir o quanto a sociedade contempor\u00e2nea est\u00e1 \u2014 ou n\u00e3o \u2014 comprometida com a preserva\u00e7\u00e3o dos direitos da popula\u00e7\u00e3o LGBTQIAPN+ e negra. O espet\u00e1culo busca dar corpo \u00e0 mem\u00f3ria de um her\u00f3i complexo, que ousou desafiar as regras de seu tempo, um s\u00edmbolo que rompeu paradigmas e enfrentou o peso do preconceito.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Idealizado pelo ator <strong>Fernando Vitor<\/strong>, que interpreta o protagonista, o espet\u00e1culo faz parte de uma longa pesquisa com o objetivo de dar luz a hist\u00f3rias queers e negras. \u201cA trajet\u00f3ria de Griffith \u00e9 uma das maiores hist\u00f3rias do mundo do esporte, e seu desconhecimento \u00e9 resultado de um longo processo de apagamento de nossa hist\u00f3ria e nossas identidades. Estamos comprometidos em honrar sua trajet\u00f3ria, destacando o fato de Emile ter se tornado, al\u00e9m de tudo, um ativista da causa LGBTQIAPN+. O espet\u00e1culo est\u00e1 na encruzilhada de quest\u00f5es atuais. E num momento hist\u00f3rico onde a luta contra a homofobia e o racismo se fazem t\u00e3o necess\u00e1ria, resgatar a hist\u00f3ria de Griffith nos inspira a seguir em frente\u201d, revela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">A pe\u00e7a \u00e9 encenada em <em>\u201crounds\u201d<\/em>, assim como uma luta de boxe, num formato que aproxima o espectador de uma linguagem singular, marcada pela repeti\u00e7\u00e3o, pelo esfor\u00e7o e pelo esgotamento, elementos que tensionam os corpos em cena e tornam esse <em>\u201cringue<\/em>\u201d um constante territ\u00f3rio de disputa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">A montagem marca a estreia do <strong>Coletivo Nocaute<\/strong>, grupo de teatro negro formado por <strong>Bruno Louren\u00e7o <\/strong>(indicado ao Pr\u00eamio Shell de Melhor Ator por \u2018<em>Br\u00e1s Cubas<\/em>\u2019), <strong>Fernando Vitor <\/strong>(\u2018<em>James Baldwin: Pode Um Negro Ser Otimista?<\/em>\u2019), <strong>Let\u00edcia Calvosa <\/strong>(\u2018<em>Escola Modelo\u2019<\/em>) e <strong>Alexandre Ammano <\/strong>(\u2018<em>O Avesso da Pele\u2019 e \u2018A M\u00e1quina\u2019<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">\u201cDecidi escrever esta pe\u00e7a principalmente por achar imperdo\u00e1vel que um lutador de sua import\u00e2ncia, um ser humano generoso e ativista de tantas e t\u00e3o belas causas sociais n\u00e3o tivesse gravado seu nome na hist\u00f3ria. Griffith foi um ser humano excepcional, dentro e fora dos ringues. Senti que a dramaturgia poderia obedecer \u00e0s regras do Boxe, no intuito de reproduzir o tempo de uma disputa na \u00edntegra. Criei 12 cenas de tr\u00eas minutos, separadas por cenas menores, de um minuto, que correspondem aos intervalos do gongo, com o objetivo de ser fiel ao esporte. A narrativa surge entrecortada, com algumas idas e vindas no tempo, at\u00e9 que o arremate final se d\u00e1 na \u00faltima cena, na qual Griffith vive, aparentemente, o que teria sido o melhor dia de sua vida\u201d, adianta S\u00e9rgio Roveri.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Neste percurso, a montagem d\u00e1 voz a personagens reais e ficcionais que orbitam o universo de Griffith \u2014 sua m\u00e3e; seu maior advers\u00e1rio, Kid Paret; seu namorado; jornalistas e figuras simb\u00f3licas \u2014 oferecendo uma cartografia afetiva, pol\u00edtica e hist\u00f3rica de sua trajet\u00f3ria e seu legado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">A pe\u00e7a prop\u00f5e uma reflex\u00e3o sobre a complexidade da vida do boxeador, seus dilemas \u00edntimos e os desafios impostos por uma sociedade que marginalizava sua identidade. A encena\u00e7\u00e3o busca captar a tens\u00e3o entre o corpo como m\u00e1quina de luta e o corpo como espa\u00e7o de desejo, dor e resist\u00eancia. O espet\u00e1culo conta ainda com proje\u00e7\u00f5es de imagens de arquivos em fotos<em> <\/em>e v\u00eddeos, utilizados com a finalidade de conferir verossimilhan\u00e7a \u00e0s mem\u00f3rias fragmentadas, apresentar os rostos das personalidades reais e estabelecer di\u00e1logos entre os diversos tempos hist\u00f3ricos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">\u201cEsse foi o maior desafio da minha estreia na dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica: transformar a luta em linguagem, em dan\u00e7a e em narrativa. E, mais do que isso, dar corpo e voz a uma hist\u00f3ria que me atravessa. Emile Griffith n\u00e3o \u00e9 apenas uma figura biogr\u00e1fica, \u00e9 um ancestral. Um campe\u00e3o mundial praticamente apagado do nosso imagin\u00e1rio por conta da homofobia. Como \u00e9 poss\u00edvel que saibamos tanto sobre Muhammad Ali, Pel\u00e9, Michael Jordan e quase nada sobre Griffith? Achei que essa lacuna precisava ser preenchida. Atrav\u00e9s da tens\u00e3o entre eleg\u00e2ncia e viol\u00eancia, o espet\u00e1culo se constr\u00f3i como uma esp\u00e9cie de teatro-document\u00e1rio com uma pegada pop. A trilha sonora, marcada por cl\u00e1ssicos do cinema, contribui para esse clima h\u00edbrido entre o real e a mem\u00f3ria, entre o ringue, o vesti\u00e1rio e o clube noturno\u201d, ressalta Bruno Louren\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">O texto de \u201c12\u00ba Round\u201d foi contemplado em 2015 pelo PROAC (Programa de Apoio \u00e0 Cultura do Estado de S\u00e3o Paulo) dentro da modalidade Concurso Para Bolsa de Incentivo \u00e0 Dramaturgia &#8211; Cria\u00e7\u00e3o Liter\u00e1ria do Estado de S\u00e3o Paulo, obtendo o segundo lugar na classifica\u00e7\u00e3o geral entre concorrentes de todo Estado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Ficha T\u00e9cnica<br>Idealiza\u00e7\u00e3o de projeto:<\/strong> Fernando Vitor<br><strong>Dire\u00e7\u00e3o Art\u00edstica: <\/strong>Bruno Louren\u00e7o\u00a0<br><strong>Dramaturgia:<\/strong> S\u00e9rgio Roveri<br><strong>Elenco:<\/strong> Alexandre Ammano, Fernando Vitor e Let\u00edcia Calvosa\u00a0<br><strong>Cenografia, Figurino e Dire\u00e7\u00e3o de Arte:<\/strong> Ma\u00edra Sciuto e Nat\u00e1lia Burger<br><strong>Assist\u00eancia de Cenografia: <\/strong>Matheus Muniz<br><strong>Ilumina\u00e7\u00e3o e T\u00e9cnica de luz: <\/strong>Ariel Rodrigues<br><strong>Prepara\u00e7\u00e3o de Corpo: <\/strong>Tainara Cerqueira<br><strong>Prepara\u00e7\u00e3o de Voz:<\/strong> Mal\u00fa Lomando<br><strong>Consultoria e Treinamento de Boxe: <\/strong>Wellinton Souza\u00a0<br><strong>V\u00eddeo e Proje\u00e7\u00f5es:<\/strong> Renan Almeida<br><strong>Dire\u00e7\u00e3o Musical: <\/strong>Bruno Louren\u00e7o\u00a0<br><strong>T\u00e9cnico de Som:<\/strong> Fernando da Mata\u00a0<br><strong>Piano (grava\u00e7\u00e3o): <\/strong>Lisi Andrade\u00a0<br><strong>Vibrafone (grava\u00e7\u00e3o): <\/strong>Lua Oliveira<br><strong>Sound Design:<\/strong> Lua Oliveira<br><strong>Gest\u00e3o de Projeto: <\/strong>J\u00e9ssica Rodrigues<br><strong>Dire\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o: <\/strong>Nat\u00e1lia Burger<br><strong>Diretor de Palco:<\/strong> Gabriel Diniz<br><strong>Fotos:<\/strong> Rony Hernandes<br><strong>Identidade Visual:<\/strong> Jo\u00e3o Vitor Lage<br><strong>Cenot\u00e9cnica: <\/strong>Al\u00edcio Silva, Casa Malagueta<br><strong>Stand-in: <\/strong>Thamiris Mand\u00fa\u00a0<br><strong>Apoio: <\/strong>Diamond Sports Brasil<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Sinopse<\/strong><br>Um dos maiores boxeadores de todos os tempos, o afro-caribenho <strong>Emile Griffith<\/strong>, passou a enfrentar uma luta contra o preconceito dentro e fora dos ringues ao assumir sua bissexualidade. Tra\u00e7ando um voo panor\u00e2mico sobre temas como a viol\u00eancia no mundo do esporte, o racismo, a homofobia e as fronteiras da masculinidade negra, a pe\u00e7a tamb\u00e9m discute como essas tens\u00f5es ainda ecoam at\u00e9 hoje na sociedade, abordando as contradi\u00e7\u00f5es, viol\u00eancias e resist\u00eancias vividas por corpos dissidentes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>SERVI\u00c7O<\/strong><br><strong>12\u00ba Round: A Hist\u00f3ria de Emile Griffith, do Coletivo Nocaute<\/strong><br><strong>Temporada: <\/strong>de 21 de maio a 14 de junho de 2026<br>De quinta a s\u00e1bado, \u00e0s 20h; e aos domingos, \u00e0s 19h<br><strong>TUSP &#8211; Teatro da USP &#8211; <\/strong>Rua Maria Ant\u00f4nia, 294 &#8211; Vila Buarque, S\u00e3o Paulo<br><strong>Ingressos: <\/strong>gratuitos, liberados 1h antes de cada sess\u00e3o na bilheteria (sujeito \u00e0 lota\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o), <br>imitados a uma entrada por pessoa<br><strong>Classifica\u00e7\u00e3o Indicativa: <\/strong>16 anos<br><strong>Dura\u00e7\u00e3o: <\/strong>70 minutos&nbsp;<br><strong>Instagram:<\/strong> @12roundteatro<br><strong>Capacidade:<\/strong> 100 lugares<br><strong>Acessibilidade:<\/strong> Elevadores<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>12\u00ba Round: A Hist\u00f3ria de Emile Griffith homenageia um dos maiores boxeadores da hist\u00f3ria em nova temporada no TUSP a partir de 21 de maio Com a dramaturgia de S\u00e9rgio Roveri e dire\u00e7\u00e3o de Bruno Louren\u00e7o, espet\u00e1culo conta a hist\u00f3ria desse lutador que enfrentou o preconceito ao assumir sua bissexualidade e evidencia como o racismo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":7938,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-7937","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historico"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7937","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=7937"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7937\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8033,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7937\/revisions\/8033"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/7938"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=7937"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=7937"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=7937"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}