{"id":6631,"date":"2024-11-17T15:25:46","date_gmt":"2024-11-17T18:25:46","guid":{"rendered":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/?p=6631"},"modified":"2024-11-19T11:02:05","modified_gmt":"2024-11-19T14:02:05","slug":"azirai-no-itau-cultural","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/?p=6631","title":{"rendered":"Azira\u2019i no Ita\u00fa Cultural"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\" style=\"font-size:32px\"><strong>Vencedora do pr\u00eamio Shell de melhor atriz, Zahy Tentehar faz temporada gratuita do solo Azira\u2019i no Ita\u00fa Cultural de 7 a 17 de novembro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><em>Dirigido por <\/em><strong><em>Denise Stutz <\/em><\/strong><em>e<\/em><strong><em> Duda Rios<\/em><\/strong><em> e produzido pela <\/em><strong><em>Sarau Cultura Brasileira<\/em><\/strong><em>, espet\u00e1culo autobiogr\u00e1fico foi criado a partir de mem\u00f3rias e viv\u00eancias da atriz com sua m\u00e3e, a primeira mulher paj\u00e9 de sua reserva ind\u00edgena<\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"429\" src=\"http:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/azirai-teatro-600x429.jpg\" alt=\"Azira'\u00ed\" class=\"wp-image-6632\" srcset=\"https:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/azirai-teatro-600x429.jpg 600w, https:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/azirai-teatro-300x214.jpg 300w, https:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/azirai-teatro-768x549.jpg 768w, https:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/azirai-teatro-1536x1097.jpg 1536w, https:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/azirai-teatro-2048x1463.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cr\u00e9dito: Marcelo Rodolfo<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">O premiado solo <strong>Azira\u2019i,<\/strong> que rendeu \u00e0 <strong>Zahy Tentehar<\/strong> o Pr\u00eamio Shell de melhor atriz em 2023, volta a S\u00e3o Paulo para uma nova temporada gratuita, de 7 a 17 de novembro no Ita\u00fa Cultural. As apresenta\u00e7\u00f5es acontecem de quinta a s\u00e1bado, \u00e0s 20h, e aos domingos e feriados, \u00e0s 19h.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Durante a temporada, no dia 9 de novembro, <em>Zahy Tentehar<\/em> tamb\u00e9m lan\u00e7a o livro com a dramaturgia do espet\u00e1culo no evento \u201cUma conversa sobre &#8220;Azira\u2019i \u2013 Um musical de mem\u00f3rias&#8221;, com Zah\u1ef3 Tentehar e Duda Rios\u201d. Ser\u00e1 no pr\u00f3prio Ita\u00fa Cultural, na Sala Vermelha, \u00e0s 16h.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">A pe\u00e7a, que acaba de realizar apresenta\u00e7\u00f5es no Festival de Artes Vivas de Bogot\u00e1 e em Chicago, no Chicago Shakespeare Theatre, \u00e9 um solo autobiogr\u00e1fico que trata da rela\u00e7\u00e3o entre Zahy e sua m\u00e3e, <strong>Azira&#8217;i<\/strong>, a <strong>primeira mulher paj\u00e9<\/strong> da reserva ind\u00edgena de Cana Brava, no Maranh\u00e3o, onde ambas nasceram.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Azira&#8217;i foi uma mulher muito s\u00e1bia e herdeira de saberes ancestrais, com vasto conhecimento sobre o mundo espiritual. Como paj\u00e9 suprema, ela usava tr\u00eas ferramentas tecnol\u00f3gicas para curar: as plantas, a m\u00e3o e o canto. Ao gerar e criar a filha nesta mesma aldeia, deixou para ela seu legado espiritual.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Ao longo da jornada como artista, Zahy fez do canto uma de suas express\u00f5es, que pode ser visto no espet\u00e1culo, em que ela canta lamentos ensinados por sua m\u00e3e e can\u00e7\u00f5es originais compostas por ela com Duda Rios<strong>,<\/strong> sob a dire\u00e7\u00e3o musical de <strong>El\u00edsio Freitas<\/strong>, produtor respons\u00e1vel pelo premiado \u00e1lbum \u2018Nordeste Fic\u00e7\u00e3o\u2019, de Juliana Linhares, que tamb\u00e9m divide a autoria de algumas composi\u00e7\u00f5es com a atriz e o diretor.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">\u00c9 neste verdadeiro \u2018musical de mem\u00f3rias\u2019 que se apresentam Azira&#8217;i e Zahy, m\u00e3e e filha, mulheres nucleares, distintas, diversas e espelhadas: \u201cSou a filha ca\u00e7ula da minha m\u00e3e. A nossa rela\u00e7\u00e3o, como muitas de nossos brasis, foi diversa: cheia de semelhan\u00e7as e diferen\u00e7as, com muitos afetos e composi\u00e7\u00f5es importantes para nossa trajet\u00f3ria. A presen\u00e7a de minha m\u00e3e \u00e9 t\u00e3o viva, que a nossa rela\u00e7\u00e3o se faz continuamente importante. Quando pensei em traz\u00ea-la ao teatro, n\u00e3o foi para falar apenas dos meus sentimentos, foi para dialogarmos com nossos reflexos enquanto sujeitos coletivos. Gosto de nos ver, humanos, como espelhos, pois nossas hist\u00f3rias se entrela\u00e7am e se comp\u00f5em\u201d, analisa Zahy.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">*<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Azira&#8217;i faleceu em 2021, ao longo do processo de cria\u00e7\u00e3o da montagem, que come\u00e7a em 2019, quando Zahy e Duda Rios se conhecem no elenco da montagem de \u2018Macuna\u00edma\u2019, dirigida por Bia Lessa e encenada pela companhia Barca dos Cora\u00e7\u00f5es Partidos, tamb\u00e9m um projeto da Sarau. Nas conversas de camarim, Duda se surpreendia com o que Zahy contava \u2013 ela mesma se define como uma contadora de hist\u00f3rias \u2013 e surgiu ali mesmo a semente de criar um espet\u00e1culo a partir daquela viv\u00eancia em um contexto t\u00e3o pr\u00f3ximo, mas tamb\u00e9m t\u00e3o distante.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Duda formatou a dramaturgia junto com a atriz, em uma estrutura narrativa que percorre a hist\u00f3ria por diversos pontos de vista, como os da pr\u00f3pria Zahy, mas tamb\u00e9m o de sua m\u00e3e e de uma narradora. No \u00faltimo ano, Denise Stutz se juntou \u00e0 dupla de amigos criadores e a encena\u00e7\u00e3o propriamente dita come\u00e7ou a ganhar uma forma.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">\u2018O nosso maior desafio foi selecionar, entre tantas hist\u00f3rias que ela havia me contado ao longo de quatro anos, quais iriam compor a dramaturgia da pe\u00e7a. \u00c0s vezes queremos abordar muitas coisas num espet\u00e1culo e terminamos perdendo o fio da meada. Mas se temos um eixo narrativo claro, a chance do p\u00fablico se envolver \u00e9 maior. Nesse aspecto, a chegada de Denise foi fundamental, pois ela entrou no projeto pouco antes do in\u00edcio dos ensaios, com um olhar fresco que nos ajudou a identificar o que era essencial para nossa narrativa\u2019, conta Duda Rios.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Zahy, Denise e Duda conceberam ent\u00e3o um espet\u00e1culo focado <strong>na performance,<\/strong> com apenas uma cadeira e uma cortina de corda crua como elementos de cena, al\u00e9m das proje\u00e7\u00f5es do multiartista <strong>Batman Zavareze<\/strong> (dire\u00e7\u00e3o de arte e design gr\u00e1fico), cenografia de <strong>Mariana Villas-b\u00f4as<\/strong>, os figurinos de <strong>Carol Lobato<\/strong> e a ilumina\u00e7\u00e3o de <strong>Ana Luzia Molinari de Simoni<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">\u201cFui conhecendo as mem\u00f3rias de Zahy durante os meses de ensaio e fui me impressionando a cada dia pela pot\u00eancia das hist\u00f3rias de vida que ela contava e das narrativas sobre a m\u00e3e.&nbsp; Quando recebi o convite do Duda para me juntar a ele na dire\u00e7\u00e3o desta montagem, tivemos conversas quase infinitas e o trabalho n\u00e3o faria sentido se a gente n\u00e3o escutasse primeiro os desejos de Zahy , afinal, \u00e9 a hist\u00f3ria dela e s\u00e3o muitas mem\u00f3rias junto com sua m\u00e3e. A partir dessa escuta e dos textos que ela e Duda escreviam come\u00e7amos a tecer esse musical de mem\u00f3rias. O mundo da Zahy est\u00e1 no seu corpo, no seu canto, na sua presen\u00e7a, nas suas hist\u00f3rias, no que \u00e9 \u00fanico nela e que \u00e9 tamb\u00e9m o outro\u201d, reflete <strong>Denise Stutz<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">*********************<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">&#8220;<strong>Azira&#8217;i<\/strong>&#8221; nasce ainda do desejo que <strong>Zahy<\/strong> tinha de contar as suas hist\u00f3rias reais, mas mostrando uma vis\u00e3o absolutamente n\u00e3o romantizada dos povos ind\u00edgenas. \u201cUma hist\u00f3ria que \u00e9 minha, mas tamb\u00e9m \u00e9 a verdade de muitos brasis. \u00c9 muito libertador poder falar do ser ind\u00edgena de uma forma mais humanizada, sem estere\u00f3tipos ou pol\u00edticas. Quero poder contar a hist\u00f3ria de uma pessoa, como outras, que saiu de sua reserva, foi para a cidade, aprendeu uma outra l\u00edngua e teve uma rela\u00e7\u00e3o intensa com a m\u00e3e\u201d, reflete<strong> <\/strong>a atriz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">No palco, ela alterna cenas em portugu\u00eas e em <strong>Ze\u2019eng et\u00e9<\/strong>, trazendo para o centro da cena o debate sobre os processos de aculturamento aos quais sua m\u00e3e foi submetida. Neste momento em que o pa\u00eds tem pela primeira vez um Minist\u00e9rio dos Povos Origin\u00e1rios, a realiza\u00e7\u00e3o de um espet\u00e1culo como <strong>Azira&#8217;i<\/strong> ganha ainda um contorno mais especial.&nbsp;\u201cN\u00e3o por acaso, estamos realizando alguns projetos em que pensamos o Brasil a partir do que veio antes da chamada Hist\u00f3ria Oficial. Ao falar de biografias que foram atravessadas e violentadas pela coloniza\u00e7\u00e3o, pensamos tamb\u00e9m no pa\u00eds que somos e projetamos o futuro que queremos\u201d, celebra <strong>Andr\u00e9a Alves<\/strong>, da Sarau Cultura Brasileira, que recentemente foi respons\u00e1vel pelas montagens de \u2018Museu Nacional (Todas as Vozes do Fogo)\u2019 e \u2018Viva o Povo Brasileiro (De Na\u00ea a Daf\u00e9)\u2019, trabalhos marcados por um acerto de contas com a turbulenta biografia do Pa\u00eds nos \u00faltimos s\u00e9culos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Sinopse<\/strong>:<\/span><br>Azira&#8217;i \u00e9 um solo autobiogr\u00e1fico que trata da rela\u00e7\u00e3o entre Zahy Tentehar e sua m\u00e3e, Azira&#8217;i Tentehar, a primeira mulher paj\u00e9 da reserva ind\u00edgena de Cana Brava, no Maranh\u00e3o, onde ambas nasceram. No palco, ela alterna cenas em portugu\u00eas e em Ze\u2019eng et\u00e9, trazendo para o centro da cena o debate sobre os processos de aculturamento aos quais foram submetidas. Foi indicado ao Pr\u00eamio Shell 2023 em quatro categorias \u2013 atriz, ilumina\u00e7\u00e3o, dramaturgia e cen\u00e1rio, sendo vencedora na categoria Melhor Atriz e Melhor Iluman\u00e7\u00e3o. E no Pr\u00eamio APTR nas categorias &#8211; espet\u00e1culo, dire\u00e7\u00e3o, ilumina\u00e7\u00e3o e jovem talento \u2013 atriz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">&nbsp;<strong>Ficha T\u00e9cnica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Um solo de Zahy Tentehar&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Dramaturgia: Zahy Tentehar e Duda Rios<br>Dire\u00e7\u00e3o: Denise Stutz e Duda Rios&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Dire\u00e7\u00e3o de arte e design gr\u00e1fico: Batman Zavareze<br>Cenografia: Mariana Villas-B\u00f4as<br>Figurinos: Carol Lobato<br>Ilumina\u00e7\u00e3o: Ana Luzia Molinari de Simoni<br>Trilha sonora: El\u00edsio Freitas&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Design de som: Gabriel D\u2019angelo<br>Dire\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o e Produ\u00e7\u00e3o Art\u00edstica: Andr\u00e9a Alves e Leila Maria Moreno<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Coordena\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o: Rafael Lydio&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Produtor Executivo: Matheus Castro<br>Produ\u00e7\u00e3o: Sarau Cultura Brasileira&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Servi\u00e7o<\/strong><br><strong>Azira\u2019i, de Zahy Tentehar<\/strong><br><strong>Temporada:<\/strong> 7 a 17 de novembro<br>De quinta-feira a s\u00e1bado, \u00e0s 20h, e aos domingos e feriados, \u00e0s 19h<br>No dia 15 de novembro a sess\u00e3o ser\u00e1 \u00e0s 19h<br><strong>Ita\u00fa Cultural &#8211; <\/strong>Avenida Paulista, 149 &#8211; Bela Vista, S\u00e3o Paulo<br><strong>Ingressos:<\/strong> gratuitos, com reserva obrigat\u00f3rio pelo site<br><a href=\"https:\/\/www.itaucultural.org.br\/\">itaucultural.org.br\/<\/a><br><strong>Classifica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 12 anos [viol\u00eancia]<br><strong>Dura\u00e7\u00e3o: <\/strong>80 minutos<br><strong>Acessibilidade: <\/strong>espet\u00e1culo acess\u00edvel em Libras e o espa\u00e7o \u00e9 acess\u00edvel a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida<br><strong><br>Uma conversa sobre &#8220;Azira\u2019i \u2013 Um musical de mem\u00f3rias&#8221;, com Zah\u1ef3 Tentehar e Duda Rios<\/strong><br>Data: 09\/11\/24 (s\u00e1bado)<br>Hor\u00e1rio: 16h&nbsp;<br>Dura\u00e7\u00e3o: 01:30&nbsp;<br>Local: Sala Vermelha do Ita\u00fa Cultural (Piso 3)<br>Lota\u00e7\u00e3o: 70 lugares<br>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: Livre<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vencedora do pr\u00eamio Shell de melhor atriz, Zahy Tentehar faz temporada gratuita do solo Azira\u2019i no Ita\u00fa Cultural de 7 a 17 de novembro Dirigido por Denise Stutz e Duda Rios e produzido pela Sarau Cultura Brasileira, espet\u00e1culo autobiogr\u00e1fico foi criado a partir de mem\u00f3rias e viv\u00eancias da atriz com sua m\u00e3e, a primeira mulher [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":6632,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-6631","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historico"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6631","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=6631"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6631\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6649,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6631\/revisions\/6649"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/6632"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=6631"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=6631"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=6631"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}