{"id":6467,"date":"2024-11-03T15:34:10","date_gmt":"2024-11-03T18:34:10","guid":{"rendered":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/?p=6467"},"modified":"2024-11-04T14:23:22","modified_gmt":"2024-11-04T17:23:22","slug":"transe-ato-1-no-sesc-belenzinho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/?p=6467","title":{"rendered":"Transe &#8211; Ato 1 no Sesc Belenzinho"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\" style=\"font-size:32px\"><strong>TRANSE \u2013 Ato 1 revela a mesquinhez e a covardia de um burgu\u00eas em decad\u00eancia e estreia no dia 3 de outubro no Sesc Belenzinho<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Com atua\u00e7\u00e3o de Salloma Salom\u00e3o e dramaturgia e dire\u00e7\u00e3o de Marcio Castro, o espet\u00e1culo faz parte de um projeto que ainda conta com um Ateli\u00ea Aberto de Cria\u00e7\u00e3o, composto por oficinas de dramaturgia, cenografia, figurino e dramaturgias musicais<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"400\" src=\"http:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/transe-ato-1-600x400.jpg\" alt=\"Transe - Ato 1\" class=\"wp-image-6468\" srcset=\"https:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/transe-ato-1-600x400.jpg 600w, https:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/transe-ato-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/transe-ato-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/transe-ato-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/pombocorreio.art.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/transe-ato-1-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cr\u00e9dito: Ana Zumas<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Em pleno ABC Paulista, palco de conquistas oper\u00e1rias e da esquerda, conhecemos a trajet\u00f3ria decadente de um pequeno burgu\u00eas em <strong>TRANSE \u2013 Ato 1<\/strong>, estrelado por <strong>Salloma Salom\u00e3o<\/strong> e escrito e dirigido por <strong>Marcio Castro. <\/strong>O espet\u00e1culo tem uma temporada no Sesc Belenzinho, entre 3 de outubro e 3 de novembro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">A pe\u00e7a foi lida em um ciclo de leituras dram\u00e1ticas e publicada em livro em 2018 e 2019, na capital e regi\u00e3o do ABC \u2013 a obra, inclusive, foi distribu\u00edda nas cidades angolanas de Luanda, Cazenga e Benguela por meio do interc\u00e2mbio cultural Brasil \u2013 Angola\/Projeto Ra\u00edzes. Em 2024, o projeto foi contemplado pela Lei Paulo Gustavo de Santo Andr\u00e9 e fez uma abertura de processo nesta cidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">A montagem faz parte do Projeto TRANSE, que tamb\u00e9m conta com um Ateli\u00ea Aberto de Cria\u00e7\u00e3o, no qual os artistas revelam aspectos do processo criativo ao longo de quatro oficinas de dire\u00e7\u00e3o e dramaturgia, cenografia, figurino e dramaturgias musicais. As atividades ocorrem no Sesc Belenzinho no mesmo per\u00edodo em que a pe\u00e7a fica em cartaz por l\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">A trama narra a hist\u00f3ria de Ricardo, um pequeno burgu\u00eas decadente de Santo Andr\u00e9, herdeiro de diretores da General Electric. Ao levar um tiro, o personagem revive em flashback sua ign\u00f3bil vida. A covardia e mesquinhez desse homem s\u00e3o desnudadas a partir de imagens e lembran\u00e7as reais de movimentos de esquerda e de imagens de Paulo Martins, personagem do filme \u201cTerra em Transe\u201d (1967), de Glauber Rocha.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Em cena, Ricardo \u00e9 visto atrav\u00e9s de uma janela, uma grande estrutura c\u00eanica m\u00f3vel que gira no palco ao longo do espet\u00e1culo, sugerindo mudan\u00e7as de perspectiva e \u00e2ngulos, al\u00e9m de provocar o voyeurismo do espectador. Permeado por um narrador disparador de cenas e contrarregras, que seriam seus empregados (e que agem tamb\u00e9m como fantasmas de sua cabe\u00e7a), a montagem conta com uma trilha sonora tocada ao vivo, que favorece esse transe do protagonista.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">\u201cA estrutura t\u00e9cnica do trabalho \u00e9 erigida atrav\u00e9s de refletores, expostos em trip\u00e9s, sistemas de som aparentes e a presen\u00e7a dos t\u00e9cnicos de frente para o p\u00fablico. A cenografia \u00e9 modificada pelos contrarregras composta pela pr\u00f3pria equipe de trabalho (diretores de arte, figurinista, diretor, iluminadora, m\u00fasico, t\u00e9cnicos de som e luz), oferecendo novos prismas sobre Ricardo, modificando os planos pelo qual podemos assistir o homem em sua rota de morte (frontal, lateral, panor\u00e2mica), tal como se constr\u00f3i a fotografia de um filme, fortalecendo a ideia do Voyeur, figura conceito no trabalho, que atravessa a pe\u00e7a. Tudo \u00e9 visto pelo p\u00fablico\u201d, revela o diretor Marcio Castro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">A encena\u00e7\u00e3o ainda conta com luzes e proje\u00e7\u00f5es de imagens vindas de bazucas po\u00e9ticas, objetos como lunetas feitas de tubos telef\u00f4nicos e lentes; e com um figurino monocrom\u00e1tico, criado a partir de upcycling de uniformes reais de oper\u00e1rios da regi\u00e3o do ABC paulista.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">A cena \u00e9 atravessada por escritos, di\u00e1rios, proje\u00e7\u00f5es de imagens de filmes, gravadores e fitas cassete. E o personagem central se divide em encontrar as suas mem\u00f3rias inscritas nestes suportes e relembrar sua vida em um contexto inebriante, constru\u00eddo pela ambi\u00eancia musical que atravessa a perspectiva do sonho e pesadelo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">\u201cA presen\u00e7a de Salloma Salom\u00e3o universaliza a interpreta\u00e7\u00e3o de um personagem branco de classe m\u00e9dia por uma pessoa negra. \u00c9 uma provoca\u00e7\u00e3o \u00e0 indesejada pr\u00e1tica hegem\u00f4nica de atores brancos interpretarem personagens diversos, enquanto aos pretos relegam-se apenas figuras secund\u00e1rias ou subservientes\u201d, reflete Castro sobre a escolha do ator.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong><br><\/strong><strong>Sobre o Memorial de Conflitos&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong><br><\/strong>Para a temporada no SESC, a equipe traz uma proposta de composi\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o c\u00eanico: Um \u201cMemorial de Conflitos\u201d. Trata-se de uma instala\u00e7\u00e3o com elementos que buscam proporcionar uma imers\u00e3o dos espectadores logo ao entrarem na sala, onde ir\u00e3o se deparar com elementos que trazem a sensa\u00e7\u00e3o de uma f\u00e1brica e, tamb\u00e9m, da casa de Ricardo, o protagonista da pe\u00e7a. Nessa instala\u00e7\u00e3o, al\u00e9m dos objetos cenogr\u00e1ficos que remetem \u00e0 ind\u00fastria e seus patrim\u00f4nios de explora\u00e7\u00e3o e controle dos oper\u00e1rios (chapeiras e rel\u00f3gios de ponto, bandejas de refeit\u00f3rios e placas alusivas \u00e0 sinaliza\u00e7\u00e3o de perigos iminentes), tamb\u00e9m teremos a presen\u00e7a de reprodu\u00e7\u00f5es de materiais referentes \u00e0 lutas oper\u00e1rias, como faixas e cartazes de mobiliza\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e9poca, fotos de momentos hist\u00f3ricos, al\u00e9m de registros de luta contra a ditadura e pela redemocratiza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Al\u00e9m disso, as oficinas do ateli\u00ea aberto ser\u00e3o desenvolvidas nesse espa\u00e7o, em conson\u00e2ncia com a experi\u00eancia do projeto \u201cCenas Centr\u00edfugas\u201d realizada no SESC Santo Andr\u00e9 no ano de 2019, que tiveram a presen\u00e7a tanto de Julio Dojcsar e Marcio Castro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Assim como a cria\u00e7\u00e3o deste espet\u00e1culo se deu numa estrutura de ateli\u00ea aberto, tanto o p\u00fablico do espet\u00e1culo como das oficinas poder\u00e3o vivenciar a experi\u00eancia de imers\u00e3o entre essas duas inst\u00e2ncias, a do espet\u00e1culo e das oficinas: experimentar a constru\u00e7\u00e3o de um figurino e test\u00e1-la no espa\u00e7o c\u00eanico. A m\u00fasica criada na oficina de dramaturgias sonoras ecoando pelo espa\u00e7o c\u00eanico de representa\u00e7\u00e3o, entre outras m\u00faltiplas possibilidades. Por fim, busca-se modificar a orienta\u00e7\u00e3o da plateia\/palco, aproximar a arquibancada do prosc\u00eanio, aumentar em altura e largura a janela, assim como as tapadeiras de fundo que tamb\u00e9m s\u00e3o telas de proje\u00e7\u00e3o. O recorte da luz, criado por Camila Andrade, tamb\u00e9m trar\u00e1 a ocupa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o ao evidenciar os refletores como elementos c\u00eanicos, manipulados durante a cena pelos contrarregras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Concluindo, ainda que o n\u00facleo da cena esteja focado essencialmente numa sala de estar configurada como cen\u00e1rio de gabinete, tem todo um entorno que evidencia o backstage de uma grava\u00e7\u00e3o de um filme, algo que se aproxima do<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">expediente do cinema e do teatro \u00e9pico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Sobre o Ateli\u00ea Aberto de Cria\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Voc\u00ea j\u00e1 viu uma pe\u00e7a de teatro pelo lado de dentro? Antes da cortina se abrir e, do escuro, surgirem as luzes do palco, existe um elaborado processo criativo desenvolvido por artistas de \u00e1reas diversas, como o audiovisual, a m\u00fasica, a performatividade e a dramaticidade. As perguntas \u201cComo se monta um espet\u00e1culo? Como se chega a uma cena final? Quem faz o qu\u00ea no teatro? De onde vem essa trilha sonora?\u201d s\u00e3o reflex\u00f5es que movimentam e impulsionam este ateli\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">\u201cAo fazermos um paralelo com a ideia fabril e de divis\u00e3o do trabalho, observar o processo seria mostrar cada uma das se\u00e7\u00f5es em que os trabalhadores exercem separadamente sua fun\u00e7\u00e3o, para a forma\u00e7\u00e3o de um produto final. Por\u00e9m, no teatro, \u00e9 tudo junto. Todas as fun\u00e7\u00f5es se tocam, se transformam umas \u00e0s outras, conversam. O trabalhador artista tem no\u00e7\u00e3o total do valor da sua fun\u00e7\u00e3o para a obra total. E a ideia de termos um Ateli\u00ea Aberto de Cria\u00e7\u00e3o \u00e9 permitir aos fruidores experimentar esse processo\u201d, explica o diretor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">As oficinas do Projeto Transe t\u00eam como base o espet\u00e1culo TRANSE &#8211; ATO 1, apresentado como estreia no Sesc Belenzinho. Com o intuito de fortalecer a experi\u00eancia de cria\u00e7\u00e3o das obras pelos fruidores, o Ateli\u00ea aberto de cria\u00e7\u00e3o prop\u00f5e desvelar as diversas pr\u00e1ticas art\u00edsticas desenvolvidas para o ensaio e montagem do espet\u00e1culo. Dentre essas vertentes, a pesquisa de interpreta\u00e7\u00e3o, de dramaturgia, dire\u00e7\u00e3o de arte, cenografia, figurinos, proje\u00e7\u00f5es anal\u00f3gicas, cria\u00e7\u00f5es musicais e dramaturgias do som. Pegando de empr\u00e9stimo o que Patrice Pavis &#8211; professor e pesquisador em semiologia no teatro &#8211; denominou de \u201cdesmontagem\u201d, a ideia \u00e9 descortinar os bastidores e permitir que as pessoas tenham contato com aquilo que antecede a obra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Ficha T\u00e9cnica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Concep\u00e7\u00e3o do Projeto: Marcio Castro<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Dire\u00e7\u00e3o e Dramaturgia: Marcio Castro<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Atua\u00e7\u00e3o: Salloma Salom\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Dire\u00e7\u00e3o de Arte: Julio Dojcsar<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Cenografia: Julio Dojcsar e Cau\u00ea Maia<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Proje\u00e7\u00f5es Anal\u00f3gicas e Bazucas Po\u00e9ticas: Cau\u00ea Maia<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Figurinos: Renata R\u00e9gis<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Dire\u00e7\u00e3o Musical: Adonai de Assis<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Dramaturgia Sonora: Adonai de Assis e Salloma Salom\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Concep\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o de luz: Camila Andrade<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Contrarregras \u2013 Oper\u00e1rios: Julio Dojcsar, Renata R\u00e9gis, Cau\u00ea Maia, Marcio Castro, Camila Andrade e Adonai de Assis<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Design Gr\u00e1fico: Murilo Thaveira<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Assessoria de imprensa: Pombo Correio Comunica\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\">Dire\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o e Produ\u00e7\u00e3o Executiva: Ana Zumas<br>T\u00e9cnico de som: Jess Melo e Jo Coutinho (stand in)<br>Libras: M\u00e3os de Fada&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Sinopse:<\/span><\/strong><br>Santo Andr\u00e9 &#8211; ABC, palco de conquistas oper\u00e1rias hist\u00f3ricas. A obra narra a hist\u00f3ria de Ricardo, um pequeno burgu\u00eas decadente da cidade, herdeiro de diretores da General Electric, que ao levar um tiro revive em flash back sua ign\u00f3bil vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Servi\u00e7o<\/strong><br><strong>TRANSE \u2013 Ato 1<\/strong><br><strong>Temporada: <\/strong>3 de outubro a 3 de novembro*<br>\u00c0s sextas e aos s\u00e1bados, \u00e0s 20h, e aos domingos, \u00e0s 18h30<br>* Sess\u00f5es extras nos dias 3 e 31 de outubro, \u00e0s 20h<br>** Nos feriados dos dias 12 de outubro e 2 de de novembro, sess\u00f5es \u00e0s 18h30<br>*** Dias 6 e 27 de outubro, domingos, n\u00e3o haver\u00e1 apresenta\u00e7\u00f5es, por conta das elei\u00e7\u00f5es<br><strong>Sesc Belenzinho \u2013<\/strong> Rua Padre Adelino, 1000, Belenzinho<br><strong>Ingressos:<\/strong> R$50 (inteira), R$25 (meia-entrada) e R$15 (credencial plena)<br>Venda online em sescsp.org.br<br><strong>Classifica\u00e7\u00e3o: <\/strong>16 anos<br><strong>Dura\u00e7\u00e3o: <\/strong>1h 20 minutos<br><strong>Acessibilidade: <\/strong>teatro acess\u00edvel a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida<br><br><strong>Estacionamento<br><\/strong>De ter\u00e7a a s\u00e1bado, das 9h \u00e0s 21h. Domingos e feriados, das 9h \u00e0s 18h.\u202f<br>Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 8,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional. N\u00e3o credenciados no Sesc: R$ 17,00 a primeira hora e R$ 4,00 por hora adicional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Transporte P\u00fablico<\/strong>\u202f<br>Metr\u00f4 Bel\u00e9m (550m) | Esta\u00e7\u00e3o Tatuap\u00e9 (1400m)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Sesc Belenzinho nas redes<\/strong>\u202f<br>Facebook | Instagram | YouTube: @sescbelenzinho<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Confira abaixo a programa\u00e7\u00e3o das oficinas do Ateli\u00ea Aberto de Cria\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Oficina Dramaturgia, Hist\u00f3ria e Interpreta\u00e7\u00e3o Teatral, com Marcio Castro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Descri\u00e7\u00e3o: <\/strong>O intuito desta oficina \u00e9, atrav\u00e9s de atividades pr\u00e1ticas, desenvolver um percurso de pesquisa em seus encontros, que reverberem na rela\u00e7\u00e3o dos participantes com suas perspectivas hist\u00f3ricas pessoais e coletivas, e o quanto essa rela\u00e7\u00e3o pode estar presente em suas elabora\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas. Cada encontro trar\u00e1 como foco um aspecto de desenvolvimento. E a obra TRANSE aparece como material a ser destrinchado pelo coletivo, como deflagrador inicial, para posteriormente se desenvolver em pr\u00e1ticas individuais e coletivas dos participantes. TRANSE \u00e9 um disparador que se coloca como material a ser estudado, criticado e reelaborado, inclusive.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Quando:<\/strong> 9 e 11 de outubro, das 14h \u00e0s 17h<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Inscri\u00e7\u00f5es:<\/strong>Entrega de senhas 30 minutos antes<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Oficina Cenografia \u2013 Inventando o espa\u00e7o, com Julio Dojcsar e Andr\u00e9 Capuano<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Descri\u00e7\u00e3o:<\/strong> Poesias urbanas nas pr\u00e1ticas da redu\u00e7\u00e3o de danos. Depois de passar por longo per\u00edodo em uma zona de guerra humana, como potencializar o espa\u00e7o de cena para dar conta de hist\u00f3rias de vida? Nesta oficina, vamos desconstruir o processo de desenvolvimento do espet\u00e1culo TRANSE &#8211; Ato 1, apresentando conceitos de encena\u00e7\u00e3o e compartilhando t\u00e9cnicas utilizadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Quando:<\/strong> 16 e 18 de outubro, das 14h \u00e0s 17h<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Inscri\u00e7\u00f5es:<\/strong> Entrega de senhas 30 minutos antes<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Oficina Figurinos, reconstru\u00e7\u00e3o e \u201croupa de trabalho\u201d na cena, com Renata R\u00e9gis<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Descri\u00e7\u00e3o: <\/strong>Pensando que uniformes s\u00e3o pe\u00e7as de roupas padronizadas, que visam facilitar a identifica\u00e7\u00e3o de um grupo, Renata R\u00e9gis no figurino de TRANSE \u2013 Ato 1 desconstr\u00f3i este objetivo. O uniforme da metalurgia, usado pelos contrarregras, se funde aos ternos e a pinturas, criando um terceiro vestir \u00fanico, que carrega uma identidade e um objetivo claro da despadroniza\u00e7\u00e3o. Sendo assim, a oficina prop\u00f5e que os uniformes tradicionais da metalurgia na cor cinza, sejam customizados com pinturas com stencil, por cada participante com o objetivo de mudar a vis\u00e3o de padroniza\u00e7\u00e3o, e identifica\u00e7\u00e3o para qual foi criado, tornando-os \u00fanicos e com identidade. Ela tamb\u00e9m prop\u00f5e a costura de ecobags no mesmo tecido dos uniformes &#8211; tecido brim em tons de cinza, onde tamb\u00e9m haver\u00e1 customiza\u00e7\u00e3o com pinturas em stencil. Os participantes poder\u00e3o levar seus uniformes e bolsas para casa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Quando:<\/strong> 23 e 25 de outubro, das 14h \u00e0s 17h<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Inscri\u00e7\u00f5es:<\/strong> Entrega de senhas 30 minutos antes<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Oficina Dramaturgias Musicais, com Salloma Salom\u00e3o e Adonai Assis<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Descri\u00e7\u00e3o: <\/strong>Oficina de dramaturgia musical para cena autoral. Uma constru\u00e7\u00e3o musical que esteja organicamente relacionada \u00e0 elabora\u00e7\u00e3o c\u00eanica coletiva. Os objetos f\u00f4nicos s\u00e3o aqueles disponibilizados pelo executantes, quais sejam: voz, flauta e tecnologias do disco f\u00edsico e m\u00fasica digital, samplers e est\u00e9tica de discotecagem. Ru\u00eddos, barulhos de m\u00e1quinas e sonoridades vindas de simulacros. Salloma vem da cena musical surgida de bandas de garagem dos anos 1980 e Adonai criado nas faixas de est\u00e9tica musical do Hip Hop, samba e m\u00fasica eletr\u00f4nica. Vertentes de m\u00fasica negra que se encontram para pensar uma dramaturgia musical para uma cena autoral.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Quando:<\/strong> 30 de outubro e 1\u00ba de novembro, das 14h \u00e0s 17h<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:15px\"><strong>Inscri\u00e7\u00f5es:<\/strong>Entrega de senhas 30 minutos antes<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TRANSE \u2013 Ato 1 revela a mesquinhez e a covardia de um burgu\u00eas em decad\u00eancia e estreia no dia 3 de outubro no Sesc Belenzinho Com atua\u00e7\u00e3o de Salloma Salom\u00e3o e dramaturgia e dire\u00e7\u00e3o de Marcio Castro, o espet\u00e1culo faz parte de um projeto que ainda conta com um Ateli\u00ea Aberto de Cria\u00e7\u00e3o, composto por [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":6468,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-6467","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historico"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6467","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=6467"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6467\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6624,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6467\/revisions\/6624"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/6468"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=6467"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=6467"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=6467"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}