{"id":3626,"date":"2021-11-04T15:51:42","date_gmt":"2021-11-04T18:51:42","guid":{"rendered":"http:\/\/pombocorreio.art.br\/?p=3626"},"modified":"2021-12-06T10:21:01","modified_gmt":"2021-12-06T13:21:01","slug":"proto-henrique-iv","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/?p=3626","title":{"rendered":"Proto &#8211; Henrique IV"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dirigido por <strong>Gabriel Villela<\/strong>, <strong>PROTO-HENRIQUE IV<\/strong><strong>,<\/strong><strong> <\/strong>&nbsp;de Pirandello, estreia em vers\u00e3o solo com <strong>Chico Carvalho<\/strong> no papel-t\u00edtulo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Obra-prima sobre lucidez e loucura, de <\/em><strong><em>Luigi Pirandello,<\/em><\/strong><em> com produ\u00e7\u00e3o, tradu\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o de <\/em><strong><em>Cl\u00e1udio Fontana,<\/em><\/strong><em> estreia dia 5 de novembro no formato online, transmitida ao vivo da sala Dina Sfat do Teatro Ruth Escobar.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/AWzB4FAHEzQhL6bIjJYrPuQxxcokggkdyreCXO1RMLhcF5TE1laUpFPtlIJ7YPvtSAHcq0sA9W3vgkvCejh7tm9X8Ty1XuZ0XgPmzYCVuNpg3fpc-zjZ9BUgHHNNursgRpaM6BU\" alt=\"Mulher com vestido colorido\n\nDescri\u00e7\u00e3o gerada automaticamente\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=\"https:\/\/drive.google.com\/drive\/folders\/15HXnkzwQwAjpjuyqt4bMrc_UHuGgrkug?usp=sharing\">Link para download de fotos &#8211; Jo\u00e3o Caldas<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pe\u00e7a Henrique IV, de Luigi Pirandello, \u00e9 um ensaio sobre lucidez e loucura, considerada uma obra-prima do dramaturgo italiano compar\u00e1vel a <em>\u201c<\/em><em>Seis Personagens \u00e0 Procura de um Autor<\/em><em>\u201d.<\/em> Nela uma das caracter\u00edsticas mais marcantes do escritor \u2013 a vulnerabilidade de seus personagens, que vivem na fronteira que separa fic\u00e7\u00e3o da realidade e loucura da sanidade, devido ao jogo de m\u00e1scaras \u2013 est\u00e1 em um ponto de grande aprofundamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na dramaturgia original, Pirandello criou treze personagens para serem executados por diversos atores. Esta adapta\u00e7\u00e3o sintetizou o texto em dois personagens feitos por um ator, Matilde e Henrique IV, preservando o cerne da dramaturgia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Chico Carvalho transita entre as duas figuras, sendo que Matilde traz falas de outros personagens da pe\u00e7a original. Acompanhando Chico em cena, Breno Manfredini faz as vezes de um contrarregra\/camareiro c\u00eanico, compondo o quadro de espelhamento disforme do protagonista, que toma dist\u00e2ncia da pr\u00f3pria exist\u00eancia e v\u00ea a si mesmo ridicularizado pelo olhar de quem o v\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na trama, depois de descobrir que Matilde, a mulher que ele ama, tem um caso com seu melhor amigo Belcredi, o protagonista <strong>cai de um cavalo<\/strong> e sofre um acidente, supostamente provocado pelo pr\u00f3prio Belcredi. Como bate a cabe\u00e7a numa pedra, ele perde os sentidos da realidade, enlouquece e, estando a caminho de uma festa \u00e0 fantasia, por isso caracterizado como o rei Henrique IV, <strong>da Alemanha<\/strong>, o nobre passa a acreditar que \u00e9 o pr\u00f3prio rei. Vendo-se incapaz de cur\u00e1-lo e com pena de seu estado, a irm\u00e3 constr\u00f3i uma r\u00e9plica da corte de Henrique IV para que seu irm\u00e3o possa viver nela, contratando atores para se fazerem passar por cortes\u00e3os.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Passado algum tempo, o nobre recupera a mem\u00f3ria, mas continua a se fazer passar por louco ao perceber que n\u00e3o tem uma vida de verdade para a qual possa voltar. Sua farsa \u00e9 descoberta no dia em que Matilde e Belcredi chegam \u00e0 falsa corte para tentar cur\u00e1-lo. Segue-se uma discuss\u00e3o violenta entre os tr\u00eas, durante a qual Henrique IV fere Belcredi mortalmente e se v\u00ea obrigado a refugiar-se de novo na loucura para escapar \u00e0s consequ\u00eancias desse crime.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como&nbsp;em quase toda a sua obra, Pirandello trabalha de forma brilhante a tens\u00e3o entre realidade e fantasia, deixando impl\u00edcita a impossibilidade do estabelecimento de uma verdade absoluta. No fundo, sustenta que as coisas n\u00e3o s\u00e3o o que parecem ser, tamb\u00e9m reafirmando sua convic\u00e7\u00e3o de que a arte \u00e9 muito mais real do que a vida, posto que eternizada em uma forma enquanto o homem em si \u00e9 perec\u00edvel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gabriel Villela <\/strong>faz uma uni\u00e3o est\u00e9tica e arrebatadora no palco, trazendo um baile de carnaval, uma corte, uma coxia e a fantasia interna da cabe\u00e7a de Henrique IV em um mesmo contexto. Nesta montagem, cen\u00e1rio \u00e9 figurino e figurino \u00e9 cen\u00e1rio, como se as invers\u00f5es de realidade tamb\u00e9m transbordassem para os elementos de fic\u00e7\u00e3o. Cores vibrantes, de aspecto nobre e lit\u00fargico permeiam a cena e formam o quadro vibrante e transit\u00f3rio pelo qual Chico Carvalho executa suas cenas repletas de filosofia, f\u00e1bula e puro teatro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O espet\u00e1culo ser\u00e1 gravado no palco da sala Dina Sfat do Teatro Ruth Escobar e transmitido ao vivo nas primeiras seis apresenta\u00e7\u00f5es, para depois ser filmado e editado para as transmiss\u00f5es seguintes. O teatro quase teve suas portas fechadas para sempre, por conta da pandemia. Fazer esta retomada neste palco, portanto \u00e9 muito significativo. A hist\u00f3ria do diretor com o teatro Ruth Escobar come\u00e7ou em 1990, quando dirigiu a montagem de Rela\u00e7\u00f5es Perigosas, de Heiner M\u00fcller, na inaugura\u00e7\u00e3o da sala Dina Staf, com Ruth Escobar e Luiz Guilherme no elenco. Foi a \u00faltima atua\u00e7\u00e3o c\u00eanica de Ruth Escobar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ADAPTA\u00c7\u00c3O&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">NOTA DO ADAPTADOR\/TRADUTOR\/PRODUTOR <strong>Cl\u00e1udio Fontana<\/strong> &#8211; O projeto Henrique IV, de Pirandello, foi aprovado em 2019 pelo Programa Cultural das Empresas Eletrobras atrav\u00e9s da Lei Federal de Incentivo \u00e0 Cultura recebendo 20% do total do valor necess\u00e1rio para a produ\u00e7\u00e3o. O projeto tamb\u00e9m obteve um apoio da 2S Inova\u00e7\u00f5es Tecnol\u00f3gicas. Em 2020, o projeto estava em negocia\u00e7\u00f5es para sua temporada quando a pandemia paralisou o setor cultural. Em 2021, a Secretaria Especial de Cultura determinou o prazo de execu\u00e7\u00e3o do projeto at\u00e9 31\/12\/2021. Com as restri\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias e os teatros fechados, optou-se por adaptar o texto para 2 personagens e 1 ator, substituindo os 13 atores do texto original. PROTO-HENRIQUE IV \u00e9 o resultado dessa adapta\u00e7\u00e3o, que est\u00e1 servindo como estudo e pesquisa para a montagem do texto de Pirandello na \u00edntegra com elenco completo em 2022.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">SOBRE O AUTOR<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Luigi Pirandello&nbsp;(Agrigento, 28 de junho de 1867 &#8211; Roma, 10 de dezembro de 1936) foi dramaturgo, poeta e romancista italiano,&nbsp;considerado o principal renovador do teatro italiano moderno, recebeu o Pr\u00eamio Nobel de Literatura em 1934. Come\u00e7ou por escrever poesia e obras narrativas na tradi\u00e7\u00e3o do verismo, com uma proje\u00e7\u00e3o naturalista da realidade, mas, mais tarde, renunciou a esta concep\u00e7\u00e3o. O romance que o tornou famoso foi \u201cIl fu Mattia Pascal\u201d (1904), cujo argumento j\u00e1 anuncia o fio condutor que cultivar\u00e1 em todas as suas obras: o dilema entre <strong>o ser e parecer<\/strong>, a realidade e a ilus\u00e3o. A partir de 1916, obras como La Signorina Morli consolidaram-no como dramaturgo e caracterizaram um estilo pr\u00f3prio, que seria denominado pirandellismo. Com o drama \u201cSeis Personagens \u00e0 Procura de um Autor\u201d (1921),&nbsp;constru\u00eddo de forma ins\u00f3lita, sem um esquema claro de a\u00e7\u00e3o e sem divis\u00e3o em atos, estimulou de forma decisiva o desenvolvimento do teatro do absurdo. O drama de car\u00e1ter existencialista tamb\u00e9m tem suas origens na obra de Pirandello. Deixou sua \u00faltima obra inacabada: \u201cOs Gigantes da Montanha\u201d, \u00faltimo trabalho de Gabriel Villela com o Grupo Galp\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">SOBRE A OBRA<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Escrita em 1922, per\u00edodo marcado por elementos de fortes repercuss\u00f5es, como por exemplo, o deslumbramento do homem frente \u00e0s inova\u00e7\u00f5es da modernidade, a velocidade dos acontecimentos, o progresso cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico e a Primeira Guerra Mundial. Este panorama traz elementos relevantes para a composi\u00e7\u00e3o da obra de Pirandello, pois colocam o homem no paradoxo entre individual e coletivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Henrique IV&nbsp;\u00e9 uma das pe\u00e7as que mostram de maneira acentuada&nbsp;a cria\u00e7\u00e3o teatral do escritor italiano.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Henrique IV, como tantas personagens de Pirandello, representa o homem contempor\u00e2neo sob forte press\u00e3o social, por n\u00e3o suportar o jugo de uma sociedade em forma\u00e7\u00e3o, que exige do homem um papel social em conformidade com suas normas. Ele passa a viver sob a m\u00e1scara da loucura, como uma esp\u00e9cie de ref\u00fagio identit\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A farsa do jovem imperador denota uma caracter\u00edstica recorrente na obra do escritor: a vida de apar\u00eancia que resulta em uma personalidade dividida e, ao mesmo tempo, dilu\u00edda em infinitos fragmentos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aurora Fornoni nos mostra como o pr\u00f3prio personagem explica sua atitude. \u201cComo viver depois de s\u00e3o, com todos me apontando o dedo? Como viver se todos j\u00e1 me achavam louco antes?\u201d (Bernarnini, 1990, p.55). Nesse sentido, \u00e9 poss\u00edvel vislumbrar atrav\u00e9s do drama de Henrique IV, a vulnerabilidade que insere \u00e0s personagens de Pirandello na ang\u00fastia de n\u00e3o se ver vivendo para se moldar \u00e0 f\u00f4rma em que a sociedade o coloca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao recobrar a sanidade, o personagem passa a representar como se realmente continuasse louco. A op\u00e7\u00e3o de viver sob a m\u00e1scara da loucura nos mostra a genialidade com que Pirandello coloca em cena o homem comum que incorpora sua pr\u00f3pria trag\u00e9dia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">SOBRE CHICO CARVALHO<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ator formado pela Faculdade de Artes C\u00eanicas da UNICAMP (1997-2000). Mestre em Multimeios (2009) e doutor em Artes da Cena (2018), ambos departamentos do Instituto de Artes da UNICAMP. Radialista formado pelo curso de Comunica\u00e7\u00e3o Social com habilita\u00e7\u00e3o em R\u00e1dio e TV da Faculdade C\u00e1sper L\u00edbero (2004-2007). Apresentador do programa Teatro de \u00d3pera na R\u00e1dio Cultura FM de SP. Durante o per\u00edodo de 2009 a 2018 foi professor da Escola Superior de Artes C\u00eanicas C\u00e9lia Helena nas disciplinas Hist\u00f3ria do Teatro Brasileiro e Interpreta\u00e7\u00e3o Dram\u00e1tica. Como ator,&nbsp;recentemente (2019 \u2013 2018), esteve em cartaz com espet\u00e1culos sob a dire\u00e7\u00e3o de Gabriel Villela, entre eles &#8216;Estado de S\u00edtio&#8217; (Albert Camus) e &#8216;Boca de Ouro&#8217; (Nelson Rodrigues), bem como na montagem do espet\u00e1culo Er\u00eandira (texto a partir do conto hom\u00f4nimo de Garc\u00eda M\u00e1rquez) cuja temporada terminou em dezembro de 2019 no Teatro Popular do SESI. Protagonizou a montagem de Ricardo III (texto de Shakespeare e dire\u00e7\u00e3o de Marcelo Lazzaratto) \u2013 papel que lhe rendeu o Pr\u00eamio Shell de melhor ator do ano de 2013. Nos anos de 2016 e 2017 esteve em cartaz no Teatro Popular do Sesi com o espet\u00e1culo Peer Gynt, de Ibsen, tamb\u00e9m sob a dire\u00e7\u00e3o de Gabriel Villela, trabalho que lhe rendeu o pr\u00eamio FEMSA de melhor ator para espet\u00e1culos direcionados ao p\u00fablico infanto-juvenil. Ainda com o mesmo diretor, integrou o elenco de A Tempestade (2015-16), texto de Shakespeare, cumprindo longa temporada em S\u00e3o Paulo no teatro TUCA. Diretor e dramaturgo da Cia do Bife, companhia teatral fundada em 2016 e que j\u00e1 acumula duas montagens de textos in\u00e9ditos apresentados em diversos palcos da cidade e do interior de SP<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">SOBRE GABRIEL VILLELA<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gabriel Villela<\/strong>&nbsp;estudou Dire\u00e7\u00e3o Teatral na USP. \u00c9 diretor, cen\u00f3grafo e figurinista. Iniciou sua carreira profissional em 1989 com \u201cVOC\u00ca VAI VER O QUE VOC\u00ca VAI VER\u201d, de Raymond Queneau, e \u201cO CONC\u00cdLIO DO AMOR\u201d, de Oscar Panizza. Desde ent\u00e3o, recebeu&nbsp;3 Pr\u00eamios Moli\u00e8re, 3 Pr\u00eamios Sharp, 12 Pr\u00eamios Shell, 10 Trof\u00e9us Mambembe, 7 Trof\u00e9us APCA, da reconhecida Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Cr\u00edticos de Arte, 5 Pr\u00eamios APETESP, da Associa\u00e7\u00e3o de Produtores de Espet\u00e1culos Teatrais de S\u00e3o Paulo, 3 Pr\u00eamios PANAMCO e 1 Pr\u00eamio Zilka Salaberry, al\u00e9m do livro sobre sua obra teatral ter ganho o prestigiado PR\u00caMIO JABUTI na categoria Artes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Encenou Camus (ESTADO DE S\u00cdTIO e CAL\u00cdGULA), Heiner Muller (RELA\u00c7\u00d5ES PERIGOSAS), Calder\u00f3n de La Barca (A VIDA \u00c9 SONHO), Schiller (MARY STUART), William Shakespeare (MACBETH, RICARDO III e ROMEU E JULIETA), Strindberg (O SONHO), Ibsen (PEER GYNT) e os dramaturgos brasileiros N\u00e9lson Rodrigues (BOCA DE OURO, A FALECIDA e VESTIDO DE NOIVA), Arthur Azevedo (O MAMBEMBE), Jo\u00e3o Cabral de Melo Neto (MORTE E VIDA SEVERINA), Carlos Alberto Soffredini (VEM BUSCAR-ME QUE AINDA SOU TEU), Dib Carneiro Neto (SALMO 91 e UM R\u00c9QUIEM PARA ANTONIO), Lu\u00eds Alberto de Abreu (A GUERRA SANTA) e Alcides Nogueira (VENTANIA, A PONTE E A \u00c1GUA DE PISCINA). Dirigiu uma trilogia de musicais de Chico Buarque para o TBC: &#8220;\u00d3PERA DO MALANDRO&#8221;, &#8220;OS SALTIMBANCOS&#8221; e &#8220;GOTA D\u2019\u00c0GUA&#8221;. Dirigiu shows de artistas como Elba Ramalho, Maria Beth\u00e2nia, Milton Nascimento e Ivete Sangalo, musicais, \u00f3peras, dan\u00e7a e especiais para TV. Foi Diretor Art\u00edstico do Teatro Gl\u00f3ria\/RJ (1997\/99) e tamb\u00e9m do TBC Teatro Brasileiro de Com\u00e9dia\/SP (2000\/01).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tornou-se um dos mais renomados diretores teatrais com reconhecimento internacional, tendo seus espet\u00e1culos participado de v\u00e1rios Festivais nos EUA, Europa e Am\u00e9rica Latina. Com o Grupo Galp\u00e3o (ROMEU E JULIETA, de Shakespeare), Gabriel Villela foi convidado para uma temporada no Globe Theatre, em Londres,&nbsp;conquistando a cr\u00edtica e o exigente p\u00fablico londrino. O espet\u00e1culo voltou a Londres em 2012 para participar da OLIMP\u00cdADA CULTURAL, evento paralelo aos Jogos Ol\u00edmpicos de 2012, em Londres.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Seus \u00faltimos trabalhos foram CORDEL DO AMOR SEM FIM (2021) com o grupo OS GERALDOS de Campinas, AUTO DA COMPADECIDA (2019) com o Grupo Maria Cutia de BH, ESTADO DE SITIO (2018\/19), BOCA DE OURO e HOJE \u00c9 DIA DE ROCK (2017\/18), PEER GYNT (2016\/17), A TEMPESTADE (2015) com Celso Frateschi, UM R\u00c9QUIEM PARA ANTONIO (2014), com Elias Andreato e Claudio Fontana, OS GIGANTES DA MONTANHA (2013), de Pirandello, com o Grupo Galp\u00e3o e MANIA DE EXPLICA\u00c7\u00c3O, com Luana Piovani. Em 2012, MACBETH, com Marcello Antony e Claudio Fontana.&nbsp;&nbsp;Tamb\u00e9m dirigiu VESTIDO DE NOIVA, de Nelson Rodrigues, com Leandra Leal e Marcello Antony (2009), CAL\u00cdGULA, de Albert Camus, com Thiago Lacerda (2008\/09\/10) O SOLDADINHO E A BAILARINA (2010), com Luana Piovani, SUA INCELEN\u00c7A RICARDO III com o Grupo Clowns de Shakespeare.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ficha T\u00e9cnica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Elenco:<\/strong> Chico Carvalho&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Texto<\/strong>: Luigi Pirandello&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Tradu\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o<\/strong>: Claudio Fontana&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dire\u00e7\u00e3o, Figurinos e Cenografia:<\/strong> Gabriel Villela&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Diretor Assistente e Ilumina\u00e7\u00e3o<\/strong>: Ivan Andrade&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Contrarregra\/camareiro c\u00eanico<\/strong>: Breno Manfredini&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Canto e arranjos vocais e instrumentais<\/strong>: Marco Fran\u00e7a&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Assistente de Figurinos<\/strong>: Jos\u00e9 Rosa&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Adere\u00e7os de arte<\/strong>: Jair Soares Jr&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Costureira<\/strong>: Zilda Peres&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Maquiagem<\/strong>: Claudinei Hidalgo&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fotografia<\/strong>: Jo\u00e3o Caldas F\u00ba&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Assist\u00eancia de Fotografia<\/strong>: Andr\u00e9ia Machado&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Programa\u00e7\u00e3o Gr\u00e1fica<\/strong>: Renata Monteiro<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Diretor de Palco<\/strong>: Alexander Peixoto&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o Executiva<\/strong>: Augusto Vieira&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dire\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o<\/strong>: Claudio Fontana<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Servi\u00e7o&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">PROTO-HENRIQUE IV, de Luigi Pirandello,&nbsp;<strong>drama.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em&nbsp;<em>Henrique IV,<\/em>&nbsp;Pirandello explora os limites entre a loucura e a lucidez a partir da est\u00f3ria de um homem que, ap\u00f3s uma queda do cavalo e uma pancada na cabe\u00e7a, vive (ou finge viver) o personagem que representava no carnaval numa festa a fantasia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dura\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;60min.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ingressos gratuitos estar\u00e3o dispon\u00edveis na<\/strong>&nbsp;<strong>plataforma Sympla<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">link:<a href=\"https:\/\/www.sympla.com.br\/produtor\/protohenriqueiv\"> https:\/\/www.sympla.com.br\/produtor\/protohenriqueiv<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Temporada:<\/strong>&nbsp;05 de novembro a 05 de dezembro, sextas a domingos \u00e0s 20h&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Classifica\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;12 anos.&nbsp;<br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dirigido por Gabriel Villela, PROTO-HENRIQUE IV, &nbsp;de Pirandello, estreia em vers\u00e3o solo com Chico Carvalho no papel-t\u00edtulo.&nbsp; Obra-prima sobre lucidez e loucura, de Luigi Pirandello, com produ\u00e7\u00e3o, tradu\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o de Cl\u00e1udio Fontana, estreia dia 5 de novembro no formato online, transmitida ao vivo da sala Dina Sfat do Teatro Ruth Escobar.&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Link para download [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3628,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-3626","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historico"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3626","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3626"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3626\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3629,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3626\/revisions\/3629"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/3628"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3626"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3626"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3626"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}