{"id":3260,"date":"2021-02-25T18:27:14","date_gmt":"2021-02-25T21:27:14","guid":{"rendered":"http:\/\/pombocorreio.art.br\/?p=3260"},"modified":"2021-04-06T09:46:35","modified_gmt":"2021-04-06T12:46:35","slug":"tampouco-hay-casa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/?p=3260","title":{"rendered":"Tampouco Hay Casa"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Espet\u00e1culo de dan\u00e7a contempor\u00e2nea TAMPOCO HAY CASA faz seis apresenta\u00e7\u00f5es on-line de 14 a 30 de mar\u00e7o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com dire\u00e7\u00e3o de <strong>Adriana Nunes<\/strong><em>, Tampoco hay casa<\/em> \u00e9 o desdobramento da parceria entre a <strong>Ant\u00f4nima Cia de Dan\u00e7a<\/strong> e a artista sonora <strong>Mariana Carvalho<\/strong> iniciada na obra \u201c<em>No hay tema\u201d<\/em>, apresentada no Teima &#8211; Festival de Artes Online, em 2020.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/IRaZWzJA0y5OipmE_j7UgLnKYEd3LRZAgsJehVdLsHtvzRemhk3wwHVeGDMYGQOQU5I_WB6JJ6BQ3nSJDNjM24Z_QaLhDqHVQgbUwxMfAmf5kDozT_x-hvvKK2KGvQ\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/drive\/folders\/1z74yRbRaxd-BKfbJybafxi1fkSE-voqy?usp=sharing\">Link para imagens<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A proposta de encena\u00e7\u00e3o da obra \u00e9 uma continua\u00e7\u00e3o da pesquisa da Companhia, que investiga diversas formas de produzir conte\u00fado c\u00eanico, passando pela coreografia, as partituras e a improvisa\u00e7\u00e3o. \u201cTampouco Hay Casa\u201d tem m\u00fasica ao vivo, improvisada livremente por Mariana Carvalho a partir da partitura da Cia Ant\u00f4nima. Mariana tamb\u00e9m atua como performer nas apresenta\u00e7\u00f5es, aparecendo em cena tocando, ao lado das int\u00e9rpretes criadoras: <strong>Adriana Nunes<\/strong>, <strong>Anna Luiza Marques<\/strong>, <strong>Camila Miranda<\/strong> e <strong>Isadora Prata<\/strong>. Cada uma das artistas estar\u00e1 na sua casa no momento da apresenta\u00e7\u00e3o. O figurino \u00e9 assinado por <strong>Anna Luiza Marques <\/strong>e a ilumina\u00e7\u00e3o \u00e9 de <strong>L\u00facia Galv\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O despertar da obra nas palavras da Companhia:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O confinamento obrigat\u00f3rio num momento de pandemia, como toda mudan\u00e7a abrupta, conduz os indiv\u00edduos e a sociedade por um caminho em que deparamos com o susto inicial mas nos agarramos \u00e0 ideia de que tudo voltar\u00e1 logo a ser como antes. Passamos para o entendimento de que, na verdade, n\u00e3o h\u00e1 mais volta e buscamos nos adaptar. E chegamos aonde? Ainda n\u00e3o sabemos. Mas j\u00e1 sabemos que como em qualquer outra forma de vida, a vida em quarentena traz ang\u00fastias e possibilidades, nostalgias e novidades.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tentamos transformar nossa casa em espa\u00e7o de trabalho, sala de ensaio, palco, escola dos filhos, bar, caf\u00e9, e ainda preserv\u00e1-la como espa\u00e7o de intimidade, privacidade, seguran\u00e7a. A casa tem for\u00e7a para ser tudo isso? A sensa\u00e7\u00e3o de voltar para casa no fim do dia ainda \u00e9 poss\u00edvel? Onde est\u00e1 nosso canto preferido da casa? Ainda h\u00e1 casa?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No hay tema, tampoco hay casa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sobre a Ant\u00f4nima Cia de Dan\u00e7a<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Ant\u00f4nima Cia de Dan\u00e7a desenvolve desde 2010 sua pesquisa de composi\u00e7\u00e3o em dan\u00e7a que pretende investigar diversas formas de produzir conte\u00fado c\u00eanico, passando pela coreografia, as partituras e a improvisa\u00e7\u00e3o. Desenvolve tamb\u00e9m um trabalho que prop\u00f5e o di\u00e1logo entre a dan\u00e7a e a poesia, que resultou na \u201cTrilogia do Inevit\u00e1vel\u201d. A trilogia \u00e9 composta pelas pe\u00e7as \u201cHist\u00f3ria das Demoli\u00e7\u00f5es\u201d, com textos de Fabr\u00edcio Corsaletti; \u201cS\u00f3\u201d, com textos de Noemi Jaffe escritos especialmente para o projeto; e \u201cIsso ainda n\u00e3o nos leva a nada\u201d, com textos de Bruno Brum. Entre 2011 e 2012 o grupo participou de performances na regi\u00e3o da Luz, em S\u00e3o Paulo, para as filmagens do curta-metragem \u201cBuracos Negros\u201d, de Nana Maiolini, que foi premiado na Mostra Livre de Filmes e integrou a exposi\u00e7\u00e3o \u201cO Abrigo e o Terreno\u201d, no MAR, Museu de Arte do Rio de Janeiro, como parte do trabalho do Coletivo Usina, Sem T\u00edtulo (Imagens de cidade real X imagem de cidade vendida pelo mercado imobili\u00e1rio ou Nova Luz, mas poderia ser Porto Maravilha). Em dezembro de 2012 gravou o v\u00eddeo-dan\u00e7a Ant\u00f4nima, no Instituto Butant\u00e3, em S\u00e3o Paulo. Em abril de 2013 estreou o espet\u00e1culo \u201cHist\u00f3ria das Demoli\u00e7\u00f5es\u201d no Teatro do Morro do Querosene, em S\u00e3o Paulo. O espet\u00e1culo reestreou em 2016, no FEIA (Festival do Instituto de Artes da Unicamp). Em outubro de 2013 apresentou, em parceria com a banda Projeto_Risco, espet\u00e1culo de improvisa\u00e7\u00e3o inspirado no tema \u201cS\u00edmbolos de Transforma\u00e7\u00e3o\u201d no XXI Congresso da Associa\u00e7\u00e3o Junguiana do Brasil. Entre dezembro de 2013 e abril de 2014 desenvolveu o projeto Flash Mob para a Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o do Estado de S\u00e3o Paulo, como parte das a\u00e7\u00f5es da FDE para o Programa Escola da Fam\u00edlia. A partir do tema Comunidade Leitora, o trabalho foi estruturado atrav\u00e9s da integra\u00e7\u00e3o dan\u00e7a\/literatura. Em novembro de 2014 a companhia participou da mostra \u201cDani Mattos Convida\u201d, no Caf\u00e9 Piu Piu, com o espet\u00e1culo \u201cO que voc\u00ea me d\u00e1\u201d, ao lado de banda formada por Daniel Doctors, Lucas Martins e Carolina Delleva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ficha T\u00e9cnica:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dire\u00e7\u00e3o<\/strong>: Adriana Nunes<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Int\u00e9rpretes criadoras<\/strong>: Adriana Nunes, Anna Luiza Marques, Camila Miranda, Isadora Prata<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dire\u00e7\u00e3o e performance musical<\/strong>: Mariana Carvalho<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Figurino<\/strong>: Anna Luiza Marques<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ilumina\u00e7\u00e3o<\/strong>: L\u00facia Galv\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Design Gr\u00e1fico<\/strong>: Est\u00fadio Clarab\u00f3ia&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o<\/strong>: Ana Elisa Mello e Samya Enes &#8211; Cotiara Produtora<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado<\/strong>: Isadora Prata&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Datas de apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong>: 14, 16, 21, 23, 28, 30 de mar\u00e7o&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Hor\u00e1rio<\/strong>: 17h <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Apresenta\u00e7\u00f5es via plataforma Zoom.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dura\u00e7\u00e3o<\/strong>:60 minutos<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: <\/strong>14 anos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Espet\u00e1culo de dan\u00e7a contempor\u00e2nea TAMPOCO HAY CASA faz seis apresenta\u00e7\u00f5es on-line de 14 a 30 de mar\u00e7o. Com dire\u00e7\u00e3o de Adriana Nunes, Tampoco hay casa \u00e9 o desdobramento da parceria entre a Ant\u00f4nima Cia de Dan\u00e7a e a artista sonora Mariana Carvalho iniciada na obra \u201cNo hay tema\u201d, apresentada no Teima &#8211; Festival de Artes [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3261,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-3260","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historico"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3260","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3260"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3260\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3271,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3260\/revisions\/3271"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/3261"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3260"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3260"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pombocorreio.art.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3260"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}