Circulação de Domingo no Parque
Livremente inspirado na premiada música de Gilberto Gil, musical negro Domingo no Parque circula pelo Brasil
Com direção e texto de Alexandre Reinecke e direção musical de Bem Gil, espetáculo transforma em cena esse clássico com canções do próprio Gil, Carlos Lyra, Dominguinhos e Anastácia, Dorival Caymmi, Jorge Ben Jor, Chico Buarque, Tom Jobim e Jackson do Pandeiro e outras inéditas compostas pelos diretores da peça

Clássico do Tropicalismo e uma das composições mais significativas na carreira de Gilberto Gil, a canção premiada Domingo no Parque vira musical negro, sob a direção de Alexandre Reinecke, um dos diretores mais atuantes do país, e direção musical de Bem Gil.
O espetáculo foi selecionado no edital Petrobras Cultural, com patrocínio da Petrobras através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A venda online já está aberta.
Apresentada pela primeira vez no 3º Festival da Música Popular da TV Record, em 1967, Domingo no Parque é considerada um dos marcos da Tropicália ao misturar elementos brasileiros – como o violão e o berimbau – com a guitarra elétrica e levou o segundo lugar no prêmio. A canção tinha arranjo de Rogério Duprat e participação da banda Os Mutantes.
O musical teve aprovação do próprio Gil, e destaca importantes influências negras na cultura e sociedade, em elementos como os costumes, danças, a religiosidade, os arranjos musicais, as vestimentas, a alimentação e a capoeira.
O projeto é um sonho antigo de Alexandre Reinecke, que há 30 anos tenta montar o espetáculo. “Sempre fui um apaixonado pela capoeira. Comecei a praticar com 14 anos. Pouco tempo depois comecei a fazer teatro e, assim que ouvi a música, pensei em um musical de capoeira. Em 1995 escrevi o primeiro esboço, mas tinha que ter o aval de Gil. O irmão de um amigo, Rodolpho Stroeter, estava produzindo um disco dele e fez a ponte. Em um belo dia, Gil me ligou e disse que havia gostado muito da história e que eu poderia seguir. Foi o que fiz. No começo eu mesmo queria fazer o João, nem era diretor nessa época. Desde então venho batalhando para produzir. Tanta coisa mudou. Virei diretor e encenei 59 peças – esta é a 60ª. O país mudou e este é o momento”.
A trama se passa em Salvador, no início da década de 1970 e tem como pano de fundo toda a situação sociopolítica do Brasil, que atravessava a violenta opressão da Ditadura Civil-Militar. No bairro da Ribeira, toda tarde João, José e um grupo de amigos se reúnem para jogar capoeira, em um momento de descontração e divertimento
Quando José leva seu amigo João para assistir a um show de sua amada Juliana, a relação entre os dois fica abalada. Juliana, que agora passa a frequentar a roda de capoeira, teve no passado um romance avassalador com João, que terminou quando ele engravidou a jovem Juci. Enquanto eles estavam afastados, Juliana seguiu seu sonho de ser cantora e passou a cantar nos bares da cidade. Ela também tornou-se atuante nos movimentos contra a ditadura e passou a ser vigiada pelos militares.
Como não poderia ser diferente, essa icônica tragédia urbana chega ao fim com uma grande roda de capoeira ao som do clássico de Gil, elevando o clima do espetáculo, que promete ainda momentos de drama, humor, romance e suspense.
A trilha sonora conta com 20 músicas que atuam como fio condutor da história, sendo três delas compostas exclusivamente para o espetáculo (com letras de Alexandre Reinecke e melodia de Bem Gil), 10 de Gilberto Gil e as demais amplamente conhecidas pelo público, incluindo composições de Carlos Lyra, Dominguinhos e Anastácia, Dorival Caymmi, Jorge Ben Jor, Chico Buarque, Tom Jobim e Jackson do Pandeiro.
Sinopse
Toda tarde, João, José e um grupo de amigos se reúne para jogar capoeira, no bairro da Ribeira. É um momento de descontração e divertimento entre os amigos. A forte amizade entre João e José fica abalada quando José leva João para ver um show de sua “amada” Juliana e ela passa a frequentar a roda de capoeira da Ribeira. Juliana teve um forte romance com João no passado que terminou quando ele engravidou a jovem Juci. Juliana seguiu seu sonho de ser cantora e passou a cantar nos bares da cidade; nesse tempo também se tornou atuante nos movimentos contra a ditadura e passou a ser vigiada pelos militares.
Serviço
Domingo no Parque, com texto e direção de Alexandre Reinecke
Classificação: 12 anos
Duração: 120 minutos
PORTO ALEGRE
Dias: 25 (sábado, 20h) e 26 (domingo, 18h) de julho
Teatro FIERGS – Av. Assis Brasil, 8787
Ingressos/Vendas: Diskingressos
RECIFE
Dias: 08 e 09 de Agosto 2026
Horário: 08/08 às 20h || 09/08 às 18h
Teatro Luiz Mendonça – Parque Dona Lindu – Av. Boa Viagem, S/N – Boa Viagem – Recife-PE
Ingressos: R$180,00 (inteira) e R$90,00 (meia-entrada) | Ingresso social – R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada)*
Vendas online em https://teatroluizmendonca.byinti.com
Vendas física: Totem da bilheteria do teatro no Parque Dona Lindu
Classificação: 12 anos
Duração: 120 minutos
Obs.: funcionários Petrobras tem desconto de 50% em até 02 (dois) ingressos mediante apresentação de crachá de funcionário/prestador de serviço.
PALMAS
Dias: 21, 22 e 23 de agosto de 2026
Sexta e sábado, às 20h. Domingo, às 17h
Teatro Sesc Palmas – Q. 502 Norte Avenida LO 16, 21 – Plano Diretor Norte, Palmas
Ingressos: R$120,00 (inteira) e R$60,00 (meia-entrada) | Ingresso social – R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada)*
Vendas online em https://olhaoingresso.com.br/domingonoparque.html
Classificação: 12 anos
Duração: 120 minutos
Obs.: funcionários Petrobras têm desconto de 50% em até 02 (dois) ingressos mediante apresentação de crachá de funcionário/prestador de serviço.
